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Blog da Margarida

Blog da Margarida

16
Out17

Youtube Movies

Não sei se vocês já conhecem o Youtube Movies, que é basicamente o "clube de vídeo" ( não sei se ainda se chama assim) online do site, que eu só o descobri este fim de semana. E vocês sabem o que eu desejei um serviço destes!

Não tenho paciência para andar por sites que abrem janelas e mais janelas a cada movimento de rato, até encontrar o filme com uma qualidade superior a duvidosa e que as legendas não estejam atrasadas 5 segundos em relação às cenas. Sempre disse que preferia pagar e ver um filme como deve de ser, como fazia em Portugal com o vídeo clube da Zon.

O serviço do Youtube foi bastante simples (ainda por cima já tinha o cartão de credito associado à conta Google, o que tornou o pagamento mais rápido), mas ainda assim não posso dizer que fiquei 100% satisfeita. Tem os seus prós e contras:

  • Procurei um filme nos lançamento e descobri uma comédia francesa que me interessou. Vi o trailer e foi muito fácil de passar ao aluguer (existe a possibilidade de aluguer ou de compra; o aluguer é mais barato e permite a visualização do filme por 48h depois de termos iniciado pela primeira vez a sua reprodução);
  • Durante o trailer vi a informação que o filme teria legendas mas isto não se verificou: não haviam legendas disponíveis para aquele filme. Ainda que para mim não tenha sido problema assistir na versão original, é-me sempre mais confortável ter ali a "muleta" das legendas para uma expressão ou outra. Se tivesse alugado um filme em italiano, ou russo, ou alemão, tinha sido dinheiro deitado ao lixo;
  • A meio do filme, a página ficou maluca: queria a toda a força reencaminhar-me para outro filme e sempre que eu voltava ao meu filme, lá voltava ser reencaminhada. Depois de reiniciar o computador duas vezes, a coisa lá funcionou;
  • Durante algumas cenas, a qualidade era automaticamente reduzida, tornando a imagem pixelizada. Estaria ok se fosse um filme "grátis", mas não num serviço pago.

Não sei se estes pequenos problemas estariam relacionados apenas com aquele filme em particular, ou se se deve ao facto de ser algo relativamente novo do Youtube. Ainda assim, vou dar uma segunda oportunidade porque continua a ser um serviço que me agrada:

  • Aluguer fácil e rápido, sem sair de casa e sem fidelizações;
  • O preço varia bastante, encontrei filmes mais recentes por 12€ (que acho um pouco exagerado, tendo em conta que é quase o preço dos bilhetes do cinema) mas também há bastante oferta por 3 ou 4€, que acho perfeitamente aceitável;
  • Também me tinham dito que a biblioteca de filmes era bastante reduzida, mas eu achei a oferta aceitável. 

A ver vamos se na próxima tentativa, correr melhor; se isto se verificar, ganharam aqui uma cliente!

14
Out17

Há coisas piores...

Marido ouvindo roncar o seu estômago, pergunta:

 

-Vamos ao Mcdonald's lanchar?

-Mas já fomos lá estes dias... Não ando a correr tanto para estragar tudo no "mac".

-A ultima vez já foi na semana passada.

-Não foi assim à tanto tempo! Não fomos lá ontem?

-Não, ontem fomos jantar ao restaurante X.

-Pois foi. E antes de ontem?

-Treino. Na segunda também tive jogo. Terça fomos correr.

-E quarta fiz a experiência com a quinoa para o jantar.

-Vês? Já foi no domingo passado.

-Não, Bruno. *súbita memoria* Ontem fomos jantar ao restaurante X mas no final passamos no Mcdonald's para comer um gelado!

-Um gelado não conta como refeição. 'Bora la!

 

Como é que se explica ao homem que o meu organismo não é como o dele, nem faço metade da actividade física que ele faz, logo, não posso comer todas as porcarias que me apetece? Acabamos por ir lá lanchar mas para que fique registado, só comi aquelas batatas, a cola e o sundae para bem do meu casamento!

 

13
Out17

É menos mau ir ao médico assim

Eu sei que me estou sempre a queixar da minha vida de emigrante e da nostalgia tão portuguesa que trago no sangue, mas também é preciso dizer quando as  coisas funcionam bem (e a verdade é que aqui são muitas as coisas que funcionam bem), sendo o sistema nacional de saúde um dos grandes pontos fortes deste país.

Começando pelas consultas médicas que podem ser marcadas pela Internet ou por uma aplicação no telemóvel - aplicação essa, que pode ser utilizada em seis idiomas, um deles o português. Através do site doctena.lu*, podemos procurar um médico pelo nome ou por especialidade, e seleccionamos imediatamente o filtro de localidade e o idioma que procuramos (porque este país é uma loucura no que toca a idiomas e toda a gente procura médicos com os quais se possam entender melhor). São-nos apresentados todos os especialistas, e aí podemos ver a sua disponibilidade para consultas nos próximos meses.

Seleccionamos uma data de interesse, recebemos um email de confirmação e está feito. Tão simples, não é? O mais incrível é que são os próprios médicos a pedir para utilizar este sistema de agendamento de consultas. 

Há umas semanas lembrei-me que devia ir ao dermatologista controlar os meus sinais (já vos disse que se eu fosse um cão, seria certamente um dálmata, não já?), mas não conhecia cá nenhum médico dessa especialidade. Abri o site, procurei algum perto da minha casa ou do meu trabalho, que falasse inglês ou francês, e que não me fizesse esperar 6 meses pela consulta. Fácil e rápido; em 5 minutos tinha marcado uma consulta para daí a duas semanas. 

Hoje foi o dia da consulta e nada de sinais maus, apenas a recomendação de reavaliação todos os anos, adeus e obrigado. 

Paguei cerca de 60€ (menos do que o que me custava em Portugal uma consulta igual), e dentro de 15 dias receberei o reembolso (cerca de 90%) deste valor na minha conta.

Sei bem que não há praia e sol por aqui, mas há outros factores que tem o seu peso na qualidade de vida sempre que poderamos regressar. 

 

*Deixei o link do site porque sei que tenho leitores do Luxemburgo, que talvez ainda não conheçam este sistema de agendamento de consultas.

 

 

09
Out17

Resumo de um fim de semana #6

Finalmente, um mês depois da mudança de casa, vieram instalar-me a televisão e a net. Eu sei, eu era  uma forte defensora da "não Internet ilimitada" em casa pelos mais diversos motivos, mas por motivos profissionais - e ao fim de quatro anos de jejum de Internet - lá acabou por acontecer.

Obviamente, e como seria de esperar, aterramos no sofá no sábado ao fim de tarde e só de lá saímos no domingo ao meio dia. Vimos televisão francesa a maior parte do tempo, e dois filmes:

Tinha lido o livro e gostei. Claro que o filme desiludiu, mas já não espero outra coisa de adaptações. 

Escolhemos este filme francês porque as comédias costumam ser maravilhosas. Não foi o caso. O argumento estava lá, os actores também, mas a produção foi fraquinha - ficamos com a ideia que foi um filme feito com um budget reduzido. 

 

Domingo à tarde, senhor meu marido lá saiu do acampamento de sofá para ir arbitrar e eu achei que já chegava de procrastinação: ou ia fazer o bolo típico de domingo ou saia para correr - acabei por calçar as sapatilhas. Fiz um treino curto porque ando a treinar tempos, mas quando voltei a casa lembrei-me de ver no youtube (vamos lá usar esses gigas sem fazer conatbilidades!) uns exercícios para alongar. Num click ou dois, já estava numa aula de yoga e só vos posso dizer que A-DO-REI!

Tinha curiosidade mas nunca tinha experimentado, e acho mesmo que fiquei fã. Tentei pesquisar mais sobre o assunto mas há tantos tipos de yoga que fiquei ainda mais baralhada. Acho que vou comprar um tapete para continuar a "yogar" em casa nos próximos dias e se gostar tanto como ontem, irei procurar uma escola.

 

Posto isto, tenho três pergunta para vos fazer:

  • alguém tem dicas sobre canais de youtube ou páginas sobre a prática de yoga?
  • alguém tem dicas sobre séries e filmes, e sites para os ver? é que ainda não entrei no universo Netflix.
  • Que tal correu o vosso fim de semana?

 

 

06
Out17

A agricultura do futuro

Quem ainda não ouviu falar do calendário solidário feito pelos agricultores mais "sexy" da melhor cidade de Portugal? Não o digo por ser de Barcelos, ou por ter estudado numa universidade agrária, mas para mim não foi surpresa nenhuma.

Trabalho diariamente com agricultores e garanto-vos que a ideia do agricultor como senhor de idade, sem estudos e com aspecto pouco limpo e cuidado, já não corresponde a actualidade. Ainda os há, mas eu cada vez contacto mais com jovens (homens e mulheres), com bom aspecto, com níveis de estudos superior ao meu e com quem podemos discutir assuntos técnicos de elevada complexidade.

São por norma jovens empreendedores que pegaram (ou não) no negócio da família e que tentam optimizar e modernizar a agricultura tal como a conhecemos, sempre em busca de mais conhecimento para criar uma agricultura mais sustentável. E bom, se isto poder ser feito por moçoilos "frescos como uma alface", que transpiram saúde, tanto melhor!

 

03
Out17

Exemplo prático da teoria do Caos

Há dias complicados. O carro que avaria à saída do trabalho e que mesmo com a ajuda do automóvel clube, acabamos por chegar a casa tardíssimo. Devido às horas, decidimos ir comer fora e passamos mal a noite porque comemos demais demasiado tarde. Dormimos mal, acordamos com as galinhas para resolver o problema do carro antes do horário de trabalho.

Por este motivo ou por outro qualquer, há dias em que não apetece sorrir ao chefe, nem ser simpática ao telefone da recepção. Não apetece ouvir as conversas alheias na cozinha sobre as viroses nas escolas, nem fazer frete na reunião mensal, em que toda a gente apresenta problemas e ninguém apresenta soluções. Não apetece comer o almoço saudável, ainda que fiquemos com remorsos por ter comido aquela fatia enorme de bolo de chocolate. Mas também não apetece sair para correr. Porque está frio. E ainda não apetece vestir o casaco pesado de Inverno. Acima de tudo, não apetece passar o dia a falar numa língua que não é a nossa, muito menos fazer um esforço para aprender um quinto idioma. 

Há dias assim, em que questionamos as decisões que fomos tomando na vida e até onde isso nos trouxe. Questionamos aquilo que somos e que queremos, bem como o nosso esforço para atingir os objectivos; objectivos esses que passam a ser dúbios, num dia como o de hoje: o eterno dilema "Estaria melhor noutro lugar?". Pensamos e repensamos as mesmas ideias de sempre, avaliamos prós e contras que já conhecemos de cor, tentando ter uma ideia luminosa que seja a solução para tudo mas chegando sempre à mesma conclusão: a teoria do Caos, ou o Efeito Borboleta. 

É conhecida popularmente esta ideia de uma borboleta bater as asas num lugar e isso provocar um furacão do outro lado do mundo. que coisa incrível, não é? Quase tão incrível como o facto de esquecer umas luzes do carro ligadas por acidente, poder estragar completamente o dia até à pessoa mais positiva e realizada do Mundo. Rais'partam os carros que não avisam que as luzes ficaram ligadas. Humpf.

29
Set17

Redes socais na estrada

Pessoas que conduzem com o telemóvel na mão, vocês têm noção que para além de se poderem magoar a sério, podem também magoar alguém que não tem nada a ver com a vossa urgência em mandar mensagens ou com o vosso facebook? 

Eu juro que fico sem sangue quando vejo vídeos nas redes sociais feitas por pessoas enquanto conduzem. E se aparece um animal? Ou uma criança? Aquele comentário é assim tão importante que possa arriscar a vida de alguém? O que pode acontecer é demasiado mau até para imaginar. 

Ontem assisti a um acidente completamente estúpido numa bomba de gasolina porque o condutor estava distraído com o telemóvel. Hoje de manhã, fiz 30km para o trabalho atrás de alguém que se ia pouco borrifando para a estrada, tendo dificuldade em manter-se na via dele e acabando por atrapalhar os outros condutores; até ter oportunidade de o ultrapassar, assisti a diversas buzinadelas que faziam com que o senhor prestasse atenção por uns quantos metros, até que voltava a distrair-se completamente. 

Que atire a primeira pedra quem nunca mandou uma mensagem ou não atendeu um telefonema enquanto conduzia, mas vídeos no instagram para mostrar não sei bem o quê - unhas acabadas de pintar, o pôr do sol, o nevoeiro, a música que estão a ouvir, a temperatura indicada no carro?

Vá, tenham lá juízo!

28
Set17

Do almoço para a II Guerra Mundial

Num almoço perfeitamente normal na cozinha do trabalho, a conversa foi parar à Segunda Guerra Mundial. Eu dizia que gostava muito de ler sobre isso, fossem romances ou histórias verídicas, bem como filmes dessa época, mas não me passou pela cabeça que (logicamente) o Luxemburgo teria sido um dos países que mais sofreu com isso.

Já se passaram muitos anos, e pelo que vou percebendo já não se guardam ressentimentos, mas foi a primeira vez que ouvi relatos em pessoa daquilo que se passou (ainda que me tivessem sido recontadas por filhos e netos de quem viveu naquela altura), confesso que me chocou de uma forma que eu não esperava. Todos sabemos o quão horrível foram aqueles tempos (que felizmente não podemos nem imaginar como foram), mas ouvir pormenores e histórias que atingiram estas famílias foi um soco no estômago bem mais forte do que aquele que sinto quando vejo filme ou leio livros sobre o assunto. 

Contavam-me eles, que assim que guerra começou a aparecer, muitos fugiram ou emigraram para os Estados Unidos. Fiquei a saber que uma colega é neta de quem seguiu esta opção; os avós fugiram para a América com os seus filhos. A minha colega, apesar de já ter nascido do outro lado do oceano, decidiu voltar para o país dos seus avós há uns anos atrás.

Aos que cá ficaram, sobrou-lhes a fome e miséria de verem tudo que era seu ser-lhes levado, inclusive os filhos. Dizia um dos meus colegas mais velhos que a sua avó escondeu o filho de um vizinho na garagem, porque os alemães estavam a "recrutar" todos os jovens de 18 anos. Mas, ironia das ironias, os jovens de 18 anos não foram suficientes naquela "recolha" por isso, ela viu o seu próprio filho de 14 anos ser levado à força. Mesmo assim, decidiu não entregar o filho do vizinho porque ela sabia que no final, acabariam por levar os dois.

Esse rapaz de 14 anos, agora pai do meu colega, passou por muito em muitos países, viveu uma guerra que não queria viver, tentando explicar por onde passava que não era alemão e que não queria aquela guerra mas ninguém acreditava nele. Era apenas uma crianca que falava alemão e parecia alemão, então devia ser alemão (o Luxemburgo não é o país mais conhecido do mundo). Ao que parece, voltou da guerra sem mazelas físicas, e o filho do vizinho que tinha ficado escondido na garagem da sua mãe, foi o seu melhor amigo até morrer.

Uma outra colega contava que a única coisa que os seus avós conseguiram esconder foi um porco. O animal passava o dia escondido numa cave, dentro de um tanque da roupa e durante a madrugada, saiam para o passear às escondidas (para que ele comesse alguma coisa que encontra-se no chão e esticar as pernas). Apesar de todo o carinho e cuidado que tiveram durante meses, bem como todo o simbolismo do animal, o porco acabou por ser cozinhado quando já não alternativa.

Ouvir isto e pensar que afinal isto não foi assim há tanto tempo, nem num lugar tão distante no globo. Que sorte danada temos, só por podermos vivermos em paz!

 

*Aviso que não sou nenhuma especialista no assunto. Limitei a acreditar naquilo que ouvi e a recontar neste post.

26
Set17

Uma mãozinha de sal e umas gotas de água benta...

Viagem comprada. Viagem anulada. Viagem reagendada. E não é que agora o moço fica a saber que tem uma formação obrigatória nesses dias? Quer-me parecer que a viagem não tinha mesmo de acontecer. Só não sei se levo isto como um sinal para não me meter naquele avião, ou se vou na mesma mas levo uma mãozinha de sal grosso e uma garrafinha de água benta em cada bolso, just in case!

24
Set17

Um dia em Bruges

Há muito tempo que queríamos ir a Bruges mas, por um motivo ou por outro, a visita acabava por ser adiada na ultima hora. Bom, há quem acredite no destino e eu acredito que não podíamos ter escolhido um dia melhor para ir conhecer esta cidade!

Foi uma decisão tomada na hora, quando acordamos num raro dia outonal solarengo e não tínhamos planos nenhuns para o dia: tomamos o pequeno almoço e rumamos então até Bruges. De nossa casa até la são aproximadamente 300km (3 horas de viagem), por isso a primeira coisa que fizemos quando chegamos ao destino foi almoçar. Não sou grande fã da culinária belga (à excepção das batatas fritas que são as melhores do Mundo!), mas para sobremesa, lá tive de fazer o enooorme esforço de comer um gaufre au chocolat.

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A cidade tem tanto de pequena como de amorosa: parece saída de um conto de fadas. Limpa, simpática, recheada de lojas e lojinhas, chocolatarias e cervejarias, gente sorridente, e detalhes decorativos e arquitectónicos por cada canto que olhássemos. Demos um primeiro passeio a pé e depois decidimos fazer um tour de barco no centro da cidade para ficarmos a saber um bocadinho mais sobre a historia. O bilhete custou 8€ por pessoa, nada caro portanto, e vale bem a pena.

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Foi uma visita relax e sem planeamento algum, simplesmente aproveitamos a cidade como dois desconhecidos: sem mapas nem pontos de interesse. Fomos andando, entrando e saindo nos monumentos e lojas que nos chamavam a atenção.

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Placard numa das dezenas de cervejarias espalhadas pela cidade. 

Já no fim do dia e porque estávamos ali tão perto, porque não ir ver o mar? Oostend fica a 30km, e apesar de já la termos estado varias vezes, aquele vento frio marinho tão típico da costa belga, aquece-nos sempre o coração.

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Depois de uma enorme caminhada pela longa marginal, jantamos num italiano onde tínhamos estado há 3 anos, e que estava no meu top5 de melhores restaurantes de sempre - mas é caso para dizer "não voltem onde já foram felizes" porque foi o ponto mais baixo do dia.

Ainda assim, foi um dia muito bem passado; passeio, muito namoro e muito boas memorias que ficam para recordação. Se ainda não foram a Bruges, ponham esta cidade na vossa lista de desejos!

 

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