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Blog da Margarida

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16
Ago12

Idiossincrasias

Quem me vê à primeira vista acha-me super feminina, sensível e até frágil. Depois de me conhecerem um pouco esquecem a parte do sensível e do frágil (à excepção do meu namorado que continua a não me deixar carregar um pack de leite). A verdade é que eu tenho noção que transmito essa ideia, mas a única coisa de feminina que eu tenho é o facto de gostar de cor-de-rosa. Veja-mos:

  • Já deixei crescer as minhas unhas e acabei por voltar a roer porque ter unhas maiores do que roídas dá muito trabalho;
  • Se tenho de ir ao cabeleiro (de 4 em 4 meses), preciso de pelo menos duas semanas de preparação psicológica;
  • Maquilhagem só em festas, e apenas se souber que se não usar vou ficar mal perante as outras mulheres presentes;
  • Saltos? Não troco as minhas Timberland por nada;
  • Vestidos de vez em quando, mas só quando não tenho de ir trabalhar, e no guarda-roupa estão longe de atingir o número de calças de ganga;
  • Odeio experimentar roupa. Aliás, acabo por comprar sem experimentar e depois tenho de ir trocar o tamanho;
  • Massagens, spa's e esteticistas também passo bem sem;
  • Em criança chorava sempre que a minha mãe me vestia um vestido porque era pouco prático. A coisa chegava ao ponto de me atirar ao chão para rasgar a meia-calça, e assim a minha mãe ser obrigada a vestir-me calças devido à rotura de stocks de collants no meu armário;
  • Odeio lojas de decoração e tudo o que tenha a ver com "produtos para o lar".

Apesar disto acho que no fundo até sou uma rapariga feminina. Pelo menos gosto de cor-de-rosa (e padrões florais), e não tenho vergonha em admiti-lo.

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