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Blog da Margarida

Blog da Margarida

30
Jan14

Coisas estranhas pela manhã

A primeira coisa que faço quando acordo é ver a meteorologia. Hoje, como todos os dias, acordei e actualizei a aplicação no telemóvel. Mas o meu telemóvel ainda estava a dormir, a sonhar que estava bem longe, em praias paradisíacas garantindo-me que eu estava na Argentina.
28
Jan14

Onde estão as minhas prendas?

Desde miúda que ouço dizer que quando se veste uma peça de roupa ao contrário despropositadamente, é sinal que em breve iremos receber uma prenda.
Desde Domingo que tenho vestido sem me aperceber peças de roupa ao contrário, como calças com o fecho para trás, camisolas com o estampado para as costas, e hoje andei o dia todo com as cuecas do avesso e só me apercebi agora (coisas de quem acorda as 4.45h da manhã para ir trabalhar). Pelas minhas contas, isso dá direito a 3 prendas, certo?
Não sei de onde virão, mas para quem as quer enviar por favor confirmem os dados de envio porque cá ainda não chegou nada. E eu tenho ido a caixa de correio ver!! Várias vezes!! Por dia!!
27
Jan14

Sou uma pessoa de frases

Acho que sou uma pessoa de frases e não de fases. Não tenho particularmente boa memória, aliás, há determinados anos da minha vida dos quais não me lembro de qualquer acontecimento. Mas à frases que me marcam. Lembro-me das pessoas e associo-as a coisas que me dizem. Coisas que são ditas na banalidade de uma conversa, mas que têm um si um conhecimento imenso. Gosto de frases em geral, e de algumas em particular. Antoine Lavoisier escreveu uma das minha preferidas: "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". O senhor foi um cientista notável, e acredito que tenha pensado nesta frase dentro da área cientifica, mas haverá melhor frase para explicar o amor e restantes sentimentos humanos? É incrível como nos conseguimos identificar numa frase que inclui tanta coisa desde ciências, filosofia, experiências de vida e muito mais.

Gosto tanto desta frase que estou a pensar seriamente em gravá-la em mim, junto de outra que para mim é quase um lema de vida.

"The more I know Humans, the more I love Animals."

 

27
Jan14

Sobre as praxes

Já que toda a gente dá a sua opinião sobre a praxe, cá vai a minha. Andei em duas universidades, e apenas fui praxada numa. Foi o meu primeiro ano na faculdade, e logo no primeiro dia que lá cheguei para fazer a inscrição (acompanhada da minha mãe) vieram umas doutoras ter comigo, perguntando se sabia o que era a praxe e se queria fazer parte da comunidade praxistica. Lembro-me de dizer que sim sem pensar duas vezes e nunca me arrependi.

Passei meses divertidissímos, juntos com os meus colegas caloiros. Nunca fui insultada (pelo menos de modo ofensivo) e nunca fiz nada que não quisesse (por exemplo, nunca bebi alcool porque é uma coisa que nunca faço, nem nunca cheguei atrasada as aulas por causa da praxe). Conheci a cidade, fiz amizades para a vida, sai à noite, fiz figuras tristes como andar de pijama da rua e latas atadas no pés e gostei.

Na segunda universidade em que andei, no primeiro dia fui ter com os doutores para perguntar como funcionava a praxe e explicar que era paraquedista (vinha de outra escola). Percebi logo que o tipo de praxe que ali se praticava não era aquilo que eu considerava algo divertido o suficiente para ficar mais tarde depois das aulas, por isso decidi não ser praxada.

O que podem concluir daqui? A praxe não é uma coisa obrigatória. Só vai quem quer. Não me venham com histórinhas de que os meninos com 18 anos não tem capacidade de dizer "Não" perante um bando de putos trajados armados em senhores doutores, como se aquilo lhe conferisse alguma autoridade. Eu andei lá, e vi muitas situações que podiam correr mal (como excessos de álcool) e não me recordo de ver nem o mínimo ar de contradição por parte dos caloiros. Os doutores vão até onde os caloiros deixam, por isso à um código de praxe.

Este é o motivo mais falado sobre quem é contra as praxes, mas afinal a vida não se resume a isto mesmo? Não é por haver violência em alguns casamentos que vamos fazer petições para acabar com os casamentos e ninguém se casa! Não é por haver gente que conduz embriagada que vamos acabar com as cartas de conduções, e ninguém conduz! Como em todo lado há bons e maus praticantes seja do que for.

A esses mesmo meninos de 18 anos que não têm coragem de dizer que não, porque se meteram na praxe se sabiam à partida que era algo com o qual não conseguiriam lidar? A vida é feita de decisões. E dos que entram para lá e aprendem novos valores e conceitos, ninguém fala? Porque uma praxe bem feita é um ensinamento para a vida. Aprendemos que na vida não podemos fazer só aquilo que queremos, que vamos ter sempre superiores que nos dão ordens que teremos que acatar, que no fundo somos todos iguais (caloiros) sem importar aquilo que vestimos, ou que temos, ou até a profissão dos pais.

Não sou a favor de todo o tipo de praxes, como praxes com bosta (foi por isso que não quis ser praxada na segunda universidade que andei), mas não podemos "meter tudo no mesmo saco".

No dia em que eu aceitei ser praxada, as tais doutoras que vieram ter comigo levaram-me até à associação de estudantes e pediram-me para ler uma folha com os deveres e direitos dos caloiro que me pediram para assinar, guardaram o original e deram-me uma cópia. Lembro-me de uma frase que tinha lá escrito que nunca me saiu da cabeça "A praxe nunca pode em momento algum ofender a integridade física ou psicológica do caloiro".

Este é mais um assunto sobre o sexo dos anjos, como o casamento e adopção gay, a religião, como partidos políticos, como clubes de futebol, etc. Cada um tem a sua opinião sobre estes assuntos, opiniões que eu aceito e respeito, mesmo sendo diferentes da minha. Só me custa a aceitar que tanta gente diga mal da praxe sem por lá ter passado, ou por ter passado por más experiências, quererem com tanta força que se acabe com algo que diverte milhares de jovens todos os anos, os ajuda a crescer e os marca para a vida no bom sentido. Eu não sou mais nem menos que ninguém, mas como todos os jovens tive a opção de ser praxada ou não. Uma vez decidi aceitar, outra vez recusei. Sei o que é ser praxista e anti-praxe (ou não praxista, como lhe quiserem chamar) e NUNCA, em momento ALGUM me senti discriminada pelas minha opções. Digamos que valemos por aquilo que somos, e não por aquilo que os outros pensam de nós ou das nossas atitudes.

21
Jan14

O meu dia começou assim


Adoro acordar cheia de energia. Mesmo que a vontade de ir correr seja pouca, sei que vai valer a pena o esforço. A libertação de endorfinas faz tudo valer a pena. E ainda é melhor se levar a barriga cheia de coisas boas e saudáveis, como iogurte natural, muesli com chocolate e framboesas. (Confesso que a vontade de me levantar não foi bem pela corrida, mas sim pelo pequeno almoço).
20
Jan14

Comparações (meias parvas, vá)

A violência nos telejornais está para mim como a gordurinha que em mim se alojou pós-festividades. Eu sei que está lá, que posso vê-la sempre que quiser (basta ligar a tv/olhar ao espelho), mas eu prefiro não o fazer. É uma coisa que me incomoda, ver aquelas manifestações na Ucrânia, os assaltos no Brasil, os atentados na Rússia, as calças a ficarem-me apertadas... A ignorância, mesmo que falsa, pode ser uma coisa boa. Afinal nada vai mudar, a não ser o meu humor, se eu olhar para o problema. E se for minha intenção fazer alguma coisa para mudar isso, não será certamente à frente da televisão que o farei...
E já que a paz mundial é algo que me transcende, vai uma corridinha amanhã bem cedo pela paz de espírito?

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