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Blog da Margarida

Blog da Margarida

29
Nov16

Aos senhores que arrendam casas

Senhores que arrendam casas, de quando em vez as pessoas precisam de mudar de casa. Seja por motivos pessoais, profissionais, ou mesmo porque o Senhor que arrenda a casa onde as pessoas estão actualmente quer vender a casa. Ora, tenho comigo que ninguém gosta de mudar de casa; acarreta montes de trabalho, despesas extras, favores a outros para ajudas, e mais um rol de coisas inconvenientes. E o stress nem começa aí, começa muito antes!

Quando decidimos mudar de casa, começamos as pesquisas na net cheios de positivismo. Com o avançar da coisa, o positivismo é inversamente proporcional: ora são os preços, ora é a localização, ora é o estado da casa. Vamos fazendo cedências, porque afinal até nem precisamos de ficar assim tão perto, se calhar com uma pintura a casa até fica com um ar aceitável, se calhar até é bom mudar de ares. E quando no final encontramos uma casa que se enquadra nos nossos requisitos, enviamos um e-mail aos Senhores que arrendam casas e eles pedem caução (obviamente), folhas de salário, contratos de trabalho, número de telefone das entidades patronais, cartas dos antigos senhorios, número de animais, número de filhos, número de pessoas que vão lá viver, factura da mudança do óleo do motor do carro, análises ao colesterol de toda a família e o número de telefone da amiga giraça. 

Senhores que arrendam casas, nós não nos queremos casar convosco. Só queremos arrendar uma casa, e para isso assinamos um contrato onde fica tudo muito bem explicadinho e deixamos uma caução de alguns meses caso o vosso medo seja a falta de pagamento ou os danos no imóvel, está bem?

Já agora, o meu tipo de sangue é O+ e sou alérgica a chocolate, just in case...

28
Nov16

E agora?

Quando saí de Portugal vim munida de camisolas interiores, camisolas de lã, camisolas de aquecimento, collants e outras coisas para me aquecerem o corpo. Com os anos fui-me desfazendo de tudo porque ao contrário de Portugal, aqui basta um casaco/quispo bom e uma camisola ou blusa fina por baixo e está óptimo. As casas, lojas, restaurantes, e qualquer outro edifício onde se entre são aquecidos. A minha casa por exemplo está sempre a 25graus, ou seja, venho da rua cheia de frio e assim que chego a casa fico de t-shirt. 

Este ano, pela primeira vez desde 2012, vou passar o Natal a Portugal e esta semana lembrei-me que não tenho roupa quente suficiente para usar aí. Está fora de questão andar de t-shirt com um quispo por cima; porque as casas não são todas aquecidas e porque não vou andar de quispo dentro de casa o tempo todo. Lembro-me de ir trabalhar com 5 camisolas e collants por baixo das calças de ganga no último Inverno quer passei aí, e fico horrorizada só com a ideia do frio que vou passar.

Vontade de gastar muito dinheiro em camisolas grossas também não tenho, já que não as voltarei a usar tão cedo. Alguém me diz onde se podem arranjar camisolas grossas e pijamas quentinhos sem gastar uma pequena fortuna?

25
Nov16

Novo vício

Tenho como novo vício uma aplicação chamada "Design Home", é uma aplicação grátis e como o nome indica é um jogo de decoração. Essas decorações tem desafios, onde por vezes temos de colocar algum artigo estranho, ou de uma marca especial e tornar mesmo assim o espaço bonito. Tem uma qualidade gráfica impressionante para uma aplicação grátis, a única desvantagem é a dificuldade em juntar dinheiro para fazer investimentos em determinados mobiliários para terminar a decoração. Recomendo!

23
Nov16

Apresento a minha família

Cá em casa somos muitos e todos com feitios muitos diferentes: 2 humanos, 1 canídeo e 3 felinos.

A Camila, a nossa cadela, é a criatura mais sociável de mundo; acho que se lhe aparecesse um rinoceronte ou o Abdominavel Homem das Neves à frente ela ia buscar uma bola para brincar. Adora brincar mais do que qualquer cão que tenha conhecido (e eu conheco muitos!), adora água, adora neve (e comer neve também). Gosta de fazer caminhadas pelo monte ou na praia. Uma palavra para definir a Camila: "adorar" porque ela realmente adora tudo, adora pessoas, e cães, e gatos, e tudo que se mexa, e que não se mexa.

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A Alice é a mais velha e é a diva em forma de gato. "Supé" chic em todos os momentos (não sei onde ela foi buscar isso), sempre politicamente correcta por mais estranho que isto possa soar quando falamos de um gato - ela pode estar furiosa comigo porque acabei de lhe dar banho, mas é incapaz de mostrar essa fúria a outra pessoa que não seja eu (se outra pessoa se aproximar é recebida com beijos e turras). Desde bebé que adoptou o meu marido como dono e senhor, é o amor da vida dela e só quer dormir na nossa cama quando ele está.

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A Matilde é a mais nova, a mais felina de todos, está sempre carente ainda que passemos o dia em casa a dar-lhe mimos e beijos mas destes colo. É uma gata "de verdade", que se assusta com aspiradores e se esconde quando vê alguém que não conhece. Meiga que dói, passaria o dia inteiro a brincar e a subir/descer para cima do guarda-fatos. A criatura preferida dela em casa é a Camila, e é louca por comida; louca ao ponto de cada vez que abrimos o frigorífico saltar lá para dentro ou subir para cima e dar-nos com a pata na cabeça como quem diz "estou aqui! dá-me comida!!". Consegue distinguir o som de cada gaveta da cozinha ao longe, se abrirmos a gaveta dos pratos ignora, se abrirmos a gaveta das gordices vem a correr e a miar alto, estilo "camião dos bombeiros". 

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O Gaspar (conhecido por Gaspas) é o gato mais fixe do mundo para toda a gente. Adora colo, beijos, que lhe falem de forma fofinha e que o abracem com força. Se fizermos tudo isso ao mesmo tempo, ele dá gritinhos de alegria enquanto ronrona. E ainda que ele adore toda a gente, eu sou o amor da vida dele. Só me dá beijos a mim, segue-me como uma sombra, está sempre da mesma divisão que eu e dorme sempre comigo - mas dormir comigo não é suficiente, ele dorme no meu pescoço! E eu adoro dormir com o Gaspas no pescoço porque me aquece, e porque ele ronrona como um carro de fórmula 1 (que devido à proximidade me chega ao ouvido como um altifalante encostado a um motor de avião) e funciona em mim como som mais relaxante ao fim de um dia de stress. É o nosso momento "dona-gato" diário, que poderia ser perfeito. Digo poderia ser perfeito se não fossem os dias em que está calor ou que me dói as costas, ou que me apetece dormir noutra posição porque o Gaspas nunca quer dormir noutra posição. E se dona quer mudar é porque não está a perceber que o Gaspar quer dormir da mesmo forma que dorme todos os dias. Então, como se avisa a dona que não está na posição correcta? Fazendo-lhe miminhos com a pata de forma a puxar-lhe o cabelo para a cara, ameaçando deitar-se em cima da cara dela de forma a que não consiga respirar para assim acordar e perceber que o gato quer dormir, ou dando-lhe estalos na cara e na cabeça com toda a força de um gato de 6kg (mas sempre a ronronar porque é muito fofinho). Sofro ou não sofro de violência doméstica por parte do meu gato que não sabe ser contrariado?

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(A posição preferida para dormir)

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 (Na falta da dona quem o atura é a Alice)

 

22
Nov16

Não nasci para cantora

Chegar de manhã ao trabalho e ir directa para um necrópsia (que é como quem diz uma autópsia, neste caso a animais) que estava a acabar de chegar. É um trabalho que gosto de fazer, apesar das imensas possibilidade nojentas que se pode encontrar  e do cheiro que não ajuda logo depois do pequeno almoço, é realmente interessante e gratificante descobrir a causa de morte e desta forma ajudar a prevenir a morte de tantos outros animais. 

Entrei na sala de necrópsias toda feliz e contente, e quando estou feliz tenho por habito cantarolar baixinho sem me aperceber. Nisto, diz-me a veterinária:

- Estas a cantar?

- Estava? Não percebi.

- Acho que sim. Podes ligar o rádio, por favor?

Sendo ela um amor de pessoa e com quem mais gosto de trabalhar em equipa, lá lhe fiz a vontade. Liguei o rádio e guardei as minhas cantorias para o chuveiro, que isto de mandar calar alguém de uma forma tão simpática tem que se lhe diga. 

 

21
Nov16

Feminismo hipócrita

Falávamos este fim de semana sobre feminismo, machismo, igualdade de género. Dizia eu que o mundo estava a mudar, que felizmente cada vez as mulheres conseguem mostrar que também são capazes de fazer coisas que estavam guardadas para os homens, falava especificamente sobre uma mulher que participou no Ironman. Que como mulher me sinto feliz por ver que o mundo está a mudar diante dos nossos olhos, que cada vez o mundo está mais "igual". Dá as mesma oportunidades a ambos os sexos, seja a nível pessoal, profissional ou social. Cada vez a descriminação é menor e vemos mais mulheres atingirem grandes cargos, praticarem desportos ou fazer coisas que eram tidas como "coisas de homem". 

Foi então que o sexo masculino se insurgiu e me colocaram várias situações:

 

1- Um primeiro encontro entre um homem e uma mulher: ele vai buscar-la a casa (ou não), é de bom tom que leve umas flores ou algo do género, é de esperar que ele abra as portas para ela, é de esperar que ele pague a conta. Não concordo com o pagar a conta, nunca deixaria que alguém me pagasse o jantar num primeiro encontro, mas nos restantes pontos concordo, contra mim falando. Nunca me passaria pela cabeça levar um ramo de flores ou uma caixa de bombons para oferecer. 

 

2- Um naufrágio: mulheres e crianças primeiro. Perguntava o sexo masculino que culpa tinham eles de terem nascido homens, se teriam menos direito a viver.

 

3- Guerra: homens são os primeiros a partir para defender o país. 

 

4- Um divórcio: parte-se imediatamente do principio que as crianças ficam com a mãe e o pai paga a sua parte. Nunca (salvo raras excepções) é colocada a hipótese do pai ficar com a criança e a mãe pagar a sua parte em primeiro lugar.

 

5- Trabalhos duros fisicamente como construção civil. Verdade que nunca vi nenhuma mulher se quer por em causa trabalhar nessa área, por muitas dificuldades que passem. 

 

6- Uma mulher que sofre sendo vítima de stalking/violência doméstica é apoiada. Um homem é criticado por não ser "Homem" o suficiente para lidar com a situação. 

 

Fiquei sem resposta. Acho que todas (ou todos, não sei) olhamos para a emancipação da mulher, vemos como a igualdade de género tem evoluído em nossa frente e como cada vez mais somos olhadas de igual forma, mas nunca tinha pensado no outro lado da moeda. A emancipação da mulher está a acontecer, mas parece-me que trás consigo um feminismo hipócrita para variadas situações. 

15
Nov16

Ainda sobre o frio

Sabemos que está ridiculamente frio quando decidimos esperar por os colegas num quarto frigorífico (como os do talho) em vez de esperar na rua. O frigorífico está mais ou menos pelos 4/5 graus positivos, na rua estão 2 negativos, o que se aproxima mais de um congelador. Sabemos ainda que foi uma boa decisão quando o ar "quente" do frigorífico nos toca na pele e sentimos uma sensação de conforto. 

 

Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar. Pensa que o Natal está a chegar.

14
Nov16

Problema Técnico: Frio

Devia este post ser um resumo semanal da minha preparação para a meia maratona em Maio, mas esta semana não há nada mais do que um treino de 6km. E antes que pensem que foi a preguiça que me atingiu, não foi. Foi o frio mas não em forma de gripe. 

Estava tão animada com a minha evolução que segunda-feira decidi aumentar a distancia (é esse o objectivo, pouco a pouco chegar aos 21km). Estava muito frio, mas achei que se ao fim de um dia de trabalho ainda tinha um bocadinho de vontade de ir correr (apesar de ter corrido nos 3 dias anteriores), não devia ser isso a mover a minha forca de vontade. Vesti uma camisola interior, uma camisola polar, um corta-vento, calções, sapatilhas e fones, e lá fui eu. 

Como tinha uma playlist nova, 38 minutos passaram num instante. Cheguei a casa e segui a minha rotina: alongamentos, pôr a bimby a cozinhar a minha sopa enquanto tomo um banho quente para relaxar.

Estava sozinha em casa, liguei a música alta e entrei no chuveiro. Assim que a água tocou as minhas coxas dei um salto porque senti uma dor tão forte como se me estivessem a esfaquear as pernas. O primeiro reflexo foi passar a mão no sítio da dor para perceber o que se passava, e a dor o toque era a mesma mas não conseguia ver nada de anormal. Desliguei a água meia em pânico e sai do chuveiro para ver o que se passava na minha pele. 

Estão a imaginar aquelas bolhas de água que aparecem a seguir a uma queimadura (queimaduras muito típicas de acontecer na cozinha)? Pois bem, eu tinha uma bolha em cada lado por ter corrido tanto tempo com as minhas coxas gordas a raspar uma na outra durante 6 km. Duas bolhas enormes que não se fizeram sentir até esse ponto por causa do frio! E se não conseguia nem tomar banho sem agonizar de dor, estava muito fora de questão andar normalmente, ou até tocar com uma coxa na outra. Agora perguntam vocês, "Quem é que se lembra de sair para correr de calções com 2 graus na rua?", ao que eu respondo: "Aparentemente eu, e não me perguntem porquê".

Imagino também que estejam curiosos para saber como fui trabalhar no dia seguinte, se nem conseguia fechar as pernas. Ou melhor ainda, como telefonei ao meu chefe e expliquei qual era o problema "técnico" que me impedia de trabalhar. Por muito engraçado que isso fosse, lamento desiludir-vos mas não foi preciso; afinal sou enfermeira veterinária e fiz-me à vida. Tive dores ligeiras até quinta-feira, mas pelo menos ninguém percebeu que eu tinha um andar esquisito (ou simplesmente não tiveram coragem de pergunta a causa, não sei), e consegui esconder ao longo de uma semana um enorme motivo para piadas de cariz sexual. 

Sexta-feira já tinha a pele quase cicatrizada, e estava pronta para correr mas fui passar o fim de semana a Roterdão em família. Vou hoje tentar começar a compensar os quilómetros que não foram feitos na semana passada mas de calças. Sempre de calças, a partir de agora. 

 

11
Nov16

O melhor de ter um blog

Ora, já cá ando há 6 anos (com intervalos pelo meio), e o melhor disto dos blogs é ver a evolução de cada um. Como as pessoas mudam, como passam de adolescente a adultos, como vamos lendo e aprendendo com as suas decisões, erros e vitorias. Como os vemos bater com a cabeça na parede e também alcançar objectivos e sonhos. Vamos vendo as ideias a mudar, a vida delas a mudar de alguma forma, seja casamento, filhos, mais filhos, ou mudanças profissionais e do lado de cá do ecrã vamos torcendo pelo sucesso e felicidade de pessoas que não conhecemos pessoalmente mas com quem nos identificamos um bocadinho. Tenho pena de quem vai ficando para trás porque deixou de ter tempo/vontade de nos escrever com frequência; talvez um dia voltem ou talvez não, e tenha sido essa a sua evolução. 

Ao longo deste tempo fui conhecendo pessoas que gosto de ler todos os dias, mesmo quando não venho ao meu blog gosto de abrir os meus favoritos no browser e passar os olhos por cada um deles. Vou actualizando a lista de quando em vez, uns vem e outros vão, mas os primeiros ficam sempre lá (alguns na espernaca que voltem)- um bocadinho como os amigos de infância.

O que se mantém lá há mais tempo, é o [Entre Parêntesis] da Carolina que conheci em 2009 ou 2010, e ao qual já conheci com outras caras (se não estou em erro com outro nome até), quando toda a gente a conhecia por Carolina do TP. A Carolina deixou de ser para mim a Carolina do TP para ser apenas a Carolina que eu admiro por vários motivos, mas principalmente pela responsabilidade dela desde muito cedo e pela sua perseverança e resiliência. Um beijinhos, Carolina!

10
Nov16

Aberta oficialmente a época de música de Natal

Os dias de Inverno chegaram. Chuva, frio, sair do trabalho já de noite. Ontem tive de ir ainda ao supermercado, o que significa uma molha extra. Assim que cheguei a casa, arrumei as compras e não me apetecia nada mais do que afundar-me no sofá com mantas, ligar a televisão e ficar ali a vegetar rodeada dos meus animais. 

Mas surpresa-surpresa, tinha chegado o novo arranhador que eu tinha encomendado para os meus gatos na net. Vocês não devem saber, mas montar um arranhador de gatos é mais ou menos como montar moveis do IKEA, ainda para mais sendo um arranhador enorme que vai até ao teto.

O marido ia voltar tarde do jogo, estava então sozinha em casa. Aceitei de imediato o desafio proposto.

 

Desafio: Montagem do arranhador

Dificuldade: Elevada (4 gatos a tentar subir para o meu puzzle gigante, a espalhar os parafusos, a atirar peças ao chão)

Equipamento: Pijama

Suplementação: Chá e torradas

Bónus: Música de Natal

 

Não podia ter imaginado melhor fim de dia. Ainda que eu seja uma pessoa cheia de estranhezas e que ouça música de Natal o ano todo, não há altura melhor para a ouvir All I want for Christmas is you do que estando em casa num dia gelado enquanto ouvimos a chuva cair lá fora.

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