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Blog da Margarida

Blog da Margarida

16
Fev11

Confesso

 

Confesso que gostava que fosse um sonho. E nesse sonho eu não me sentia triste, não me sentia deste modo. Em modo ausente. Como se eu não fosse eu, fosse apenas mais alguém, igual a toda a gente. Não me sentiria como se estivesse noutra dimensão aparte, qual estátua, apenas observando enquanto tudo passa por mim. Talvez algo se tenha avariado, e nesse sonho haveria um botão para por tudo de novo no seu lugar.

 


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