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Blog da Margarida

Blog da Margarida

11
Mai17

Provérbios e dizeres populares

Sou uma assumida utilizadora de provérbios populares, frases feitas e conhecidas. Há para todas as situações uma frase ou expressão, mesmo que haja sempre ideias contraditórias.

"Vale mais um pássaro na mão, do que dois a voar" ou "Quem não arrisca não petisca"? "A cavalo dado não se olha o dente" ou "Quando a esmola é grande até o pobre desconfia"? "O barato sai caro" ou "No poupar é que está o ganho"? "Quem não chora, não mama? ou "Pela boca morre o peixe"?

Não sei de onde veio este gosto particular, acho que pode ser até bastante irritante, o que faz que muitas vezes me limite a guardar as expressões para mim mas ainda assim utilizo com frequência. Com tanta frequência que este "hábito" foi passando para o Bruno, depois de quase 13 anos de convivência. 

Isso podia fazer com que passássemos a ser daqueles casais irritantes que terminam as frases um do outro, principalmente quando são frases pré-feitas mas isso nunca vai acontecer porque ele é completamente nulo em provérbios e dizeres populares; ele tenta mas acaba sempre por se sair com um "entre marido e mulher, espeto de pau", "acordar cedo e cedo erguer, tanto bate até que fura", ou "cavalo dado, tem medo de água". 

Descobri  há uns meses uma página no Facebook chamada Provérbios Disléxicos, que não tendo qualquer relação com o senhor meu marido (também ele disléxico, por coincidência ou não), eu poderia dizer que foi inspirado nele ou em alguém como ele. E o que eu me rio com aquilo, senhores!